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sábado, 20 de outubro de 2012


As formas de poder (Moderno)


Federal: Executivo;Presidente;Ministérios
              Legislativo;Deputado;Senado Federal
              Judiciário;Juízes Federais;Ministro do Supremo Tribunal Federal

Estadual:Executivo:Governador;Secretarias Estaduais
               Legislativo:Deputado;Câmara Estaduais
               Judiciário:Juízes;Tribunais Estaduais

Municipal:Executivo:Prefeito;Secretarias Municipais
                 Legislativo:Vereadores;Câmara Municipal
                 Judiciário:Juízes;Tribunais Muinicipais

Teoria das Formas de Poder (Norberto Boblio)

Poder
Força
O Que Gera?
Conseguencia
Economia
Riqueza
Organização das forças produtivas
Divisão em Pobres e Ricos
Ideológico
Saber
A organização do consenso
Divisão em sábios e ignorantes
Político
Força :Coação
           Coerção
Organização do poder de coerção
Divisão entre fortes e fracos


Coerção é o ato de induzir, pressionar ou compelir alguém a fazer algo pela força, intimidação ou ameaça.
A coação absoluta ou coação física,quando ocorre a supressão da manifestação de vontade, torna nulo o negócio jurídico.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Política

O que é política?
Pesquisando pelo YAHOO! RESPOSTAS vi diferentes opiniões, confiram no link:

http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20081229021826AAFd810

E a nossa queriada Wikipédia?

http://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADtica

Aproveite para estudar!


domingo, 17 de junho de 2012

Roteiro de Filosofia - Simulado 18.06

1. Antropologia e a Teoria Política de Platão

Apontar os elementos que formam a alma (racional, emocional/concupiscível e sensual/irascível). O Homem de Platão: elemento racional, elemento emocional e elemento sensual. Animal: elemento emocional e elemento racional.

Analisar a função de cada elemento constitutivo da alma em Platão. Alma Racional: É a alma superior, destina-se ao conhecimento das ideias. Localiza-se na cabeça, e tem uma virtude principal, a Sabedoria.
Alma Emocional: Esta alma está associada à vontade, dando ao Homem o ânimo necessário para enfrentar os problemas e os conflitos. Localiza-se no peito e tem uma virtude, a Força. 
Alma Sensual: É a mais baixa de todas. É constituída pelos desejos e necessidades básicas. Está localizada no ventre, e tem como virtude, a Moderação.

Relacionar os elementos da alma com o Mito do Cocheiro de Platão. O carro alado é puxado para cima por um dos corcéis, mas puxado para baixo pelo outro. A luta da parelha força o cocheiro a olhar os cavalos e não a região celeste onde habitam a Beleza e a Verdade. A parelha se machuca, o cocheiro tem as mãos feridas pelas rédeas que puxam em direções contrárias, carros alados chocam-se com outros e as asas vão perdendo a força, caindo, até que o carro, pesado, caia sobre a terra, deixando no cocheiro apenas a nostalgia e a saudade do vôo, a vaga lembrança do que vira e o desejo insaciável de retornar aos céus. O cocheiro é a alma racional, o corcel que sobe, a alma valorosa da coragem (a alma emocional), o que puxa o carro para baixo, a alma sensual que, pelo prazer, troca a Verdade pela Opinião.

Analisar a função social de cada cidadão na Teoria Política de Platão. Ideal de Estado de Platão: proporcionar aos cidadãos as condições para sua maior felicidade (eudaimonia), de acordo com a mais elevada virtude, que apenas poderá ser adquirida, conhecida e praticada pelo exercício da filosofia.

Apontar a função de cada classe social na cidade-estado (polis) ideal (Governante, Guardiã e Econômica). - Classe Governante: Filósofos e Sábios (prudência; pensam “melhor” que os outros);
- Classe Militar: Soldados e Guardiões (possuem coragem, mais que o resto da população; conseguiriam defender todos os outros);
- Classe Econômica: tecelões, agricultores e artistas (temperança (temperança é uma das virtudes universais, e é a que faz com que as pessoas moderem seus desejos e vontades, como as paixões, alimentos, bebidas, e etc.); são os menos capacitados de governar e de defender o povo – pois são sensíveis).

2. Antropologia e a Teoria Ética de Aristóteles

Apontar a tripartição da alma (Racional, Sensitiva e Vegetativa) em Aristóteles. O Homem de Aristóteles: alma racional, sensitiva e vegetativa. Animal: alma sensitiva e vegetativa. Seres vivos: alma vegetativa. Seres não vivos: não possuem alma.






















Analisar a função de cada alma em Aristóteles- Alma vegetativa: é responsável pela geração, nutrição, pelo crescimento e pela reprodução.
- Alma sensitiva: é responsável pela sensibilidade e pela locomoção.
- Alma racional: é responsável pelo pensamento.

Explicar virtude e vício (por excesso e por falta) em Aristóteles. - Virtude: ação equilibrada; é ter pratica de fazer coisas saudáveis, que proporciona prazer e faz bem.
- Vício: ação desequilibrada; viciado é aquele que desrespeita as praticas da virtude.
A virtude é uma balança equilibrada, não está nem em falta nem em excesso. Já o vicio é uma balança desequilibrada em excesso.












Analisar a Teoria Ética da Justa-medida como fundamento para a Felicidade (Eudaimonia) em Aristóteles. - Virtude: ação equilibrada >> eudaimonia (felicidade). - Vício: ação desequilibrada.


+ Teoria Política de Aristóteles (passado na ultima aula de filosofia). Acha que qualquer um poderia ir ao poder, e não só os filósofos.


3. O que é Liberdade e Livre-arbítrio?

Reconhecer e caracterizar as várias concepções de liberdade (para o adulto, para um adolescente, para uma criança).

Identificar os conceitos de liberdade (liberdade física, de expressão, de imprensa, política etc.).

Analisar e argumentar sobre a ideia e o conceito de liberdade. De uma forma geral, a palavra “liberdade” significa a condição de um indivíduo não ser submetido ao domínio de outro e, por isso, ter pleno poder sobre si mesmo e sobre seus atos.

Reconhecer e caracterizar o conceito de livre-arbítrio. É a ideia de que os seres humanos têm liberdade para fazer ou não fazer o que queiram; os seres humanos têm vontade livre.

Identificar e argumentar sobre a ideia e o conceito de livre-arbítrio. Obviamente existem certos limites ― ninguém acredita que possamos voar apenas por querermos fazê-lo.

5. Consciência

Reconhecer e caracterizar consciência psicológica e consciência moral. - Consciência Psicológica: perder a consciência significa perder o sentimento de existência de nos mesmos. Ela é responsável pelas nossas lembranças, nossos sentimentos, nossos estados psíquicos e o mundo que nos rodeia.
- Consciência Moral: agir de acordo com sua consciência significa agir de acordo com seus valore. É uma voz interior que nos orienta de maneira pessoal, aconselhando ou inibindo antes da ação, porém ela não manda na vontade.

Distinguir coação interna de coação externa. Coação Interna: é o caso de loucura, uma patologia, doença. A pessoa que age sob coação interna não é responsável pelas suas ações.
- Coação Externa: é o caso de grave ameaça. A pessoa coagida não é responsável pelos seus atos pois foi obrigada.

Apontar e reconhecer as quatro etapas da formação da consciência moral (anomia, heteronomia, socionomia e autonomia). (nomos = lei).
- Anomia: (a=negação + nomos=lei) sem lei. Nesta fase a pessoa age buscando o prezer e não pensa nas conseqüências.
- Heteronomia: (heterós=outro + nomos=lei) lei do outro. Nesta fase a pessoa age buscando o bem próprio, mas ao ir fazer algo errado ela acaba não fazendo, porque há outra pessoa vigiando-a.
- Socionomia: (socius=sociedade + nomos=lei) lei da sociedade. Nesta fase a pessoa ainda age buscando o bem próprio, contudo, ela não faz ao outro aquilo que não gostasse que fizessem com ela.
- Autonimia: (autós=próprio + nomos=lei) lei própria. Nesta fase a pessoa age com total responsabilidade, pois a autonomia é mais que uma liberdade, pois é uma liberdade que provem do juízo, escolha racional.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Resumo de Filosofia - 11.06


1. Antropologia e a Teoria Política de Platão

Apontar os elementos que formam a alma (racional, emocional/concupiscível e sensual/irascível). O Homem de Platão: elemento racional, elemento emocional e elemento sensual. Animal: elemento emocional e elemento racional.

Analisar a função de cada elemento constitutivo da alma em Platão. Alma Racional: É a alma superior, destina-se ao conhecimento das ideias. Localiza-se na cabeça, e tem uma virtude principal, a Sabedoria.
Alma Emocional: Esta alma está associada à vontade, dando ao Homem o ânimo necessário para enfrentar os problemas e os conflitos. Localiza-se no peito e tem uma virtude, a Força. 
Alma Sensual: É a mais baixa de todas. É constituída pelos desejos e necessidades básicas. Está localizada no ventre, e tem como virtude, a Moderação.

Relacionar os elementos da alma com o Mito do Cocheiro de Platão. O carro alado é puxado para cima por um dos corcéis, mas puxado para baixo pelo outro. A luta da parelha força o cocheiro a olhar os cavalos e não a região celeste onde habitam a Beleza e a Verdade. A parelha se machuca, o cocheiro tem as mãos feridas pelas rédeas que puxam em direções contrárias, carros alados chocam-se com outros e as asas vão perdendo a força, caindo, até que o carro, pesado, caia sobre a terra, deixando no cocheiro apenas a nostalgia e a saudade do vôo, a vaga lembrança do que vira e o desejo insaciável de retornar aos céus. O cocheiro é a alma racional, o corcel que sobe, a alma valorosa da coragem (a alma emocional), o que puxa o carro para baixo, a alma sensual que, pelo prazer, troca a Verdade pela Opinião.

Analisar a função social de cada cidadão na Teoria Política de Platão. Ideal de Estado de Platão: proporcionar aos cidadãos as condições para sua maior felicidade (eudaimonia), de acordo com a mais elevada virtude, que apenas poderá ser adquirida, conhecida e praticada pelo exercício da filosofia.

Apontar a função de cada classe social na cidade-estado (polis) ideal (Governante, Guardiã e Econômica). - Classe Governante: Filósofos e Sábios (prudência; pensam “melhor” que os outros);
- Classe Militar: Soldados e Guardiões (possuem coragem, mais que o resto da população; conseguiriam defender todos os outros);
- Classe Econômica: tecelões, agricultores e artistas (temperança (temperança é uma das virtudes universais, e é a que faz com que as pessoas moderem seus desejos e vontades, como as paixões, alimentos, bebidas, e etc.); são os menos capacitados de governar e de defender o povo – pois são sensíveis).


2. Antropologia e a Teoria Ética de Aristóteles

Apontar a tripartição da alma (Racional, Sensitiva e Vegetativa) em Aristóteles. O Homem de Aristóteles: alma racional, sensitiva e vegetativa. Animal: alma sensitiva e vegetativa. Seres vivos: alma vegetativa. Seres não vivos: não possuem alma.






















Analisar a função de cada alma em Aristóteles. - Alma vegetativa: é responsável pela geração, nutrição, pelo crescimento e pela reprodução.
- Alma sensitiva: é responsável pela sensibilidade e pela locomoção.
- Alma racional: é responsável pelo pensamento.

Explicar virtude e vício (por excesso e por falta) em Aristóteles. - Virtude: ação equilibrada; é ter pratica de fazer coisas saudáveis, que proporciona prazer e faz bem.
- Vício: ação desequilibrada; viciado é aquele que desrespeita as praticas da virtude.
A virtude é uma balança equilibrada, não está nem em falta nem em excesso. Já o vicio é uma balança desequilibrada em excesso.












Analisar a Teoria Ética da Justa-medida como fundamento para a Felicidade (Eudaimonia) em Aristóteles. - Virtude: ação equilibrada >> eudaimonia (felicidade). - Vício: ação desequilibrada.

3. O que é Liberdade e Livre-arbítrio?

Reconhecer e caracterizar as várias concepções de liberdade (para o adulto, para um adolescente, para uma criança).

Identificar os conceitos de liberdade (liberdade física, de expressão, de imprensa, política etc.).

Analisar e argumentar sobre a ideia e o conceito de liberdade. De uma forma geral, a palavra “liberdade” significa a condição de um indivíduo não ser submetido ao domínio de outro e, por isso, ter pleno poder sobre si mesmo e sobre seus atos.

Reconhecer e caracterizar o conceito de livre-arbítrio. É a ideia de que os seres humanos têm liberdade para fazer ou não fazer o que queiram; os seres humanos têm vontade livre.

Identificar e argumentar sobre a ideia e o conceito de livre-arbítrio. Obviamente existem certos limites ― ninguém acredita que possamos voar apenas por querermos fazê-lo.

5. Consciência

Reconhecer e caracterizar consciência psicológica e consciência moral. - Consciência Psicológica: perder a consciência significa perder o sentimento de existência de nos mesmos. Ela é responsável pelas nossas lembranças, nossos sentimentos, nossos estados psíquicos e o mundo que nos rodeia.
- Consciência Moral: agir de acordo com sua consciência significa agir de acordo com seus valore. É uma voz interior que nos orienta de maneira pessoal, aconselhando ou inibindo antes da ação, porém ela não manda na vontade.

Distinguir coação interna de coação externa. - Coação Interna: é o caso de loucura, uma patologia, doença. A pessoa que age sob coação interna não é responsável pelas suas ações.
- Coação Externa: é o caso de grave ameaça. A pessoa coagida não é responsável pelos seus atos pois foi obrigada.

Apontar e reconhecer as quatro etapas da formação da consciência moral (anomia, heteronomia, socionomia e autonomia). (nomos = lei).
- Anomia: (a=negação + nomos=lei) sem lei. Nesta fase a pessoa age buscando o prezer e não pensa nas conseqüências.
- Heteronomia: (heterós=outro + nomos=lei) lei do outro. Nesta fase a pessoa age buscando o bem próprio, mas ao ir fazer algo errado ela acaba não fazendo, porque há outra pessoa vigiando-a.
- Socionomia: (socius=sociedade + nomos=lei) lei da sociedade. Nesta fase a pessoa ainda age buscando o bem próprio, contudo, ela não faz ao outro aquilo que não gostasse que fizessem com ela.
- Autonimia: (autós=próprio + nomos=lei) lei própria. Nesta fase a pessoa age com total responsabilidade, pois a autonomia é mais que uma liberdade, pois é uma liberdade que provem do juízo, escolha racional.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Resumo de acordo com o roteiro

1. O que é Liberdade?
- Reconhecer e caracterizar as várias concepções de liberdade (para o adulto, para um adolescente, para uma criança).
 - Identificar os conceitos de liberdade (liberdade física, liberdade de expressão, liberdade de imprensa, liberdade política etc.).
- Analisar e argumentar sobre a ideia e o conceito de liberdade. De uma forma geral, a palavra "liberdade" significa a condição de um indivíduo não ser submetido ao domínio de outro e, por isso, ter pleno poder sobre si mesmo e sobre seus atos.

2. O que é Livre-arbítrio?
- Reconhecer e caracterizar o conceito de livre-arbítrio. É a ideia de que os seres humanos têm liberdade para fazer ou não fazer o que queiram; os seres humanos têm vontade livre.
- Identificar e argumentar sobre a ideia e o conceito de livre-arbítrio. Obviamente existem certos limites ― ninguém acredita que possamos voar apenas por querermos fazê-lo.

3. Consciência
- Reconhecer e caracterizar consciência psicológica de consciência moral.
- Distinguir coação interna de coação externa. Coação Interna é o caso de locura, patologia, a pessoa não tem responsabolidade pelos seus atos. Já a Coação Externa é o caso de grave ameaça, mas mesmo assim a pessoa não tem responsabilidade, culpa, pelos seus atos.
 - Apontar e reconhecer as quatro etapas da formação da consciência moral (anomia, heteronomia, socionomia e autonomia). Isso eu sei (nomos = lei).

4. Determinismo
- Apontar o determinismo. Teoria segundo a qual todos e cada um dos acontecimentos do universo estão submetidos a um sistema de causas e efeitos necessários -- mesmo aqueles fatos que parecem ser resultado da liberdade e da vontade.
- Identificar os diferentes tipos de determinismo (absoluto, científico e fatalismo). Fatalismo: A crença de que "o que será será", uma vez que todos os passados, presentes e futuros eventos já foram predeterminados por Deus todo-poderoso ou de outra força. Absoluto: Principio segundo o qual todos os fenômenos da natureza sao rigidamente determinados e interagidos entre si, de acordo com leis que expressam relações causais constantes. Cientifico: teoria de que todo fenômeno tem uma causa. O principio da causalidade supõe uma correspondência necessária entre causa e efeito.

5. Desejo e Vontade
- Reconhecer e caracterizar o que é desejo e o que é vontade e a diferença entre esses dois termos. Vontade: A vontade é um querer que tem muita força, desde que lutemos pelo que queremos, vontade impulsiona, soberana, a concretização de idéias e ideais. Só depende de nós mesmos, de nosso querer. É realizadora, caminha de mãos dadas com a lógica e a razão. A vontade é o pré-requisito das boas realizações, firma-se na ponderação e na moderação, leva a criatura ao equilíbrio no trabalho e em todos os atos de sua vida. Ela é, portanto, a pedra fundamental, o dínamo de nossos pensamentos, levando ao sucesso na vida, quando dirigida às boas ações. É forte, persuasiva, abre caminho e realiza. É por meio dela que pomos em ação nossos pensamentos, quando queremos realizar algo. A vontade pode contrapor-se ao desejo para evitar a consumação de muitas tragédias humanas. Desejo: O desejo não passa de um simples almejar e muitas vezes representa sonhos e fantasias inatingíveis. Quase sempre realizar um desejo depende do consentimento de outras pessoas. Ele é titubeante, incerto e quase sempre inconseqüente. Está freqüentemente ligado aos nossos sentimentos e emoções. Se consome e, enquanto não se consome, continua a nos martelar a mente, às vezes de forma quase avassaladora. É preciso querer para transformar um simples desejo em vontade.


6. Alienação e Ideologia
- Analisar o que é Ideologia. É o conjunto de doutrinas e idéias ou conjunto de conhecimentos destinado a orientar a ação.
Propaganda ideológica: vende ideias e não produtos, é feita de modo muito mais sútil e por isso é muito mais perigosa, raramente é identificada como propaganda. As informçoes aparecem cmo se  houvesse absoluta neutralidade na apresentação. Adapta as condiçoes de entendimento dos seus receptores, criando impressão de q atendem seus intereses.
- Apontar as características do discurso ideológico. Em um discurso ideológico o filosofo impõe seus ideais de vida e da visão que ele tem sobre ela em sua maneira de filosofar.
- Identificar o fenômeno da alienação. Alienação é a condição psico-sociológica de perda da identidade individual ou coletiva decorrente de uma situação global de falta de autonomia. Encerra, portanto, uma dimensão objetiva -- a realidade alienante -- e a uma dimensão subjetiva -- o sentimento do sujeito privado de algo que lhe é próprio.
Em sociologia e comunicação, discute-se a alienação que a publicidade e os meios de comunicação suscitam, dirigindo a vontade das massas, criando necessidades de consumo artificiais e desviando o interesse das pessoas para atividades passivas e não participativas.